Aula 22/10/2010
Tolerância é a não resonsividade do sistema imunológico a um Ag.
Há momentos que nossas células devem ser tolerantes, porque nós também possuímos Ag prórpios, daí a importância da tolerãncia em casos de transplantes, gravidez, doenças auto imunes, essas doenças auto imnues só acontecem porque a tolerãncia falhou.
Tolerógeno: Ag que induz a tolerância, Ag que o sistema imune não ataca.
É dividida em tolerância central e periférica:
Tolerância central: Linfócitos imaturos + Ag
Os linfóctitos que reconhecem Ag próprios, são destruídos por apoptose(morte celular progrmada, linf. auto reativos), ou inativados, ou mudam a sua estrutura, mudando assim a sua especificidade.
Tolerância periférica: Linfócitos madutos + Ag
Acontece em indvíduos adultos, porque em algum momento os linfócitos passam atacar a suas próprias céls.
Os linfócitos que reconhecem Ag próprios, são destruídos por apoptose, ou acontece a anergia (inativação, pela produção de uma substãncia inibidora, acontece a não responsividade), Ou supressão por céls T reguladoras ( produzem substãncias que inibem esses linfócitos, eles se tornam incapazes de responder).
Propriedades especiais dos Ag próprios:
- Não provocam inflamação. Não possuem essa capacidade pois não são auto reativos.
- APC's apresentam pouco ou nenhum co-estimulador.
Tolerância aos Ag do feto durante a gravidez:
- IL-6 e Il-10 funcionam como anti-apoptóticas
- produção de enzimas pela placenta que atacam os linfócitos T auto reativos.
- céls do feto produzem inibidores do sistema complemento., impede os processos inflamatórios.
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